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Jogos Cooperativos na Educação Física: Criar e Recriar

Por Eliana Fausto

Você já jogou Cabeçobol?

Este Jogo Cooperativo, muito divertido, pode ser utilizado por EDUCADORES FÍSICOS com turmas de todas as idades.

Confira as regras:

Objetivo Comum: Fazer gols com a cabeça
Participação: Dois grupos: A e B (cada um com um goleiro)
Espaço: Quadra de Esportes
Material: Bola
Desenvolvimento: Cada time é distribuído em sua metade da quadra. O que começará o jogo deve estar na linha central da quadra com a bola. Ao sinal de início, os jogadores desse time passarão a bola uns para os outros em direção ao gol, enquanto os jogadores do outro time tentarão pegar a bola. Mas o jogador que estiver com a bola na mão não poderá andar, somente os demais. O gol só será válido se a bola for jogada com a cabeça e com a ajuda de um colega do mesmo grupo, que a lançará para o cabeceador. O jogador que marcar o gol trocará de grupo e de posição: passará a ser goleiro e o goleiro passará a ser jogador do outro time.

Variação: É possível mudar o nome do jogo, alterando a forma de fazer gols. No Tapabol, por exemplo, é necessário fazer o gol dando um tapa na bola. Nesse caso, a bola deverá ser de um material bem leve (plástico) e bem grande.

O “Cabeçobol” é um dos jogos citados no artigo “Jogos Cooperativos na Educação Física: Criar e Recriar”, escrito por Eliana (Lili) Fausto, professora de Educação Física e Coordenadora Geral da pós-graduação em Jogos Cooperativos do Projeto Cooperação. No texto, que acaba de ser publicado no nosso Blog, além de outras sugestões de Jogos Cooperativos, ela reflete sobre como eles podem favorecer o desenvolvimento do indivíduo: “aprende-se a trabalhar ou jogar em grupos, não para vencer por vencer, mas para vencer a si mesmo”.

Confira o artigo clicando aqui > Criar e Recriar

Para Lili Fausto, a Educação Física pode contemplar, além dos aspectos físicos (motores), aspectos cognitivos, sociais e emocionais, garantindo uma atuação e presença “por inteiro”. A liberdade de expressão e ação, a confiança de cada participante em si mesmo e a alegria vivenciada oferecem oportunidades para crianças, jovens (e adultos também) criarem situações diferentes e pensarem estratégias, assumindo ser quem se é.

Além disso, o educador também aprende a importância de transformar conceitos, aceitar mudanças, questionar a garotada, fazendo a turma pensar e acreditar que pode levar essa experiência vivida no jogo, (ser ele mesmo, ter confiança em si, saber o que quer) para além da quadra, incorporando-a para sua vida.

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Para saber mais, acesse: https://projetocooperacao.com.br/pos-graduacao/jogos-cooperativos/.